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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

ANATOMIA QUADRIL

MÚSCULOS  DO  QUADRIL
Região  Glútea

Músculos do Quadril
Glúteo Máximo
Glúteo Médio
Glúteo Mínimo
Piriforme
Gêmeo Superior
Obturatório Interno
Gêmeo Inferior
Obturatório Externo
Quadrado Femural




GLÚTEO MÁXIMO
Quadril (Região Glútea)
Inserção Medial: Linha glútea posterior do íleo, sacro, cóccix e ligamento sacrotuberoso 
Inserção Lateral: Trato íleotibial da fáscia lata e tuberosidade glútea do fêmur 
Inervação: Nervo Glúteo Inferior (L5 - S2) 
Ação: Extensão e rotação lateral do quadril
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GLÚTEO MÉDIO
Quadril (Região Glútea)
Inserção Superior: Face externa do íleo entre a crista ilíaca, linha glútea posterior e anterior 
Inserção Inferior: Trocânter maior 
Inervação: Nervo Glúteo Superior (L4 - S1) 
Ação: Abdução e rotação medial da coxa
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GLÚTEO MÍNIMO
Quadril (Região Glútea)
Inserção Superior: Asa ilíaca (entre linha glútea anterior e inferior) 
Inserção Inferior: Trocânter maior 
Inervação: Nervo Glúteo Superior (L4 - S1) 
Ação: Abdução e rotação medial da coxa. As fibras anteriores realizam flexão do quadril
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PIRIFORME
Quadril (Região Glútea)
Inserção Medial: Superfície pélvica do sacro e margem da incisura isquiática maior 
Inserção Lateral: Trocânter maior 
Inervação: Nervo para o músculo piriforme (S2) 
Ação: Abdução e rotação lateral da coxa
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GÊMEO SUPERIOR
Quadril (Região Glútea)
Inserção Medial: Espinha isquiática 
Inserção Lateral: Trocânter maior 
Inervação: Nervo para o músculo gêmeo superior (L5 - S2)
Ação: Rotação lateral da coxa
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OBTURATÓRIO INTERNO
Quadril (Região Glútea)
Inserção Medial: Face interna da membrana obturatória e ísquio 
Inserção Lateral: Trocânter maior e fossa trocantérica do fêmur 
Inervação: Nervo para o músculo obturatório interno (L5 - S2) 
Ação: Rotação lateral da coxa
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GÊMEO INFERIOR
Quadril (Região Glútea)
Inserção Medial: Tuberosidade isquiática 
Inserção Lateral: Trocânter maior 
Inervação: Nervo para o músculo gêmeo inferior e quadrado femural (L4 - S1) 
Ação: Rotação lateral da coxa
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OBTURATÓRIO EXTERNO
Quadril (Região Glútea)
Inserção Medial: Ramos do púbis e ísquio e face externa da membrana obturatória 
Inserção Lateral: Fossa trocantérica do fêmur 
Inervação: Nervo para o músculo obturatório externo (L3 - L4) 
Ação: Rotação lateral da coxa
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QUADRADO FEMORAL
Quadril (Região Glútea)
Inserção Medial: Tuberosidade isquiática 
Inserção Lateral: Crista intertrocantérica 
Inervação: Nervo para o músculo quadrado femural e gêmeo inferior (L4 - S1) 
Ação: Rotação lateral e adução da coxa
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Ilustrações


Músculos da Pelve - Dissecação Superficial
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Músculos da Pelve - Dissecação Profunda
Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.



Um conhecimento básico da anatomia do quadril e da pelve permitirá que você tenha um melhor aproveitamento do conteúdo deste site. Acompanhe o texto e as ilustrações abaixo e entenda melhor a estrutura morfológica do corpo humano.



O quadril, ou articulação coxo-femoral é formado pelos ossos da bacia (pelve) e pelo fêmur, o osso mais longo do corpo humano.

Seu formato assemelha-se a uma esfera dentro de uma taça invertida.

A esfera é a parte arredondada de cima do fêmur (cabeça femoral) e a taça na qual ela se encaixa é o acetábulo (de acetabulum – do latim).





Anatomia do Quadril




Entre estes dois ossos existe uma camada de cartilagem. Esta possibilita o movimento da articulação com pouco atrito - quando está saudável. Casos de desgaste da cartilagem causam dor e perda progressiva de mobilidade. Leia mais no tópico sobre artrose.


Espessos ligamentos compõem a cápsula articular, que mantém o conjunto firmemente unido. Logo abaixo da cápsula articular localiza-se a sinóvia ou membrana sinovial, responsável pela lubrificação articular.


Na borda do acetábulo existe uma estrutura de cartilagem fibrosa parecida com um lábio (do latim: labrum).  Esta estrutura tem funções importantes na manutenção do selo articular, na distribuição homogênea de peso na cartilagem etc  


O Labrum tem sido muito estudado nos últimos anos e será abordado em detalhes nos links sobre artroscopia e impacto.





Anatomia - Cartilagem e labrum acetabular





Estas estruturas estão envoltas por poderosos músculos, chamados de músculos anti-gravitacionais, que permitem que adotemos a postura bípede. Estes músculos também compõem a chamada musculatura central do corpo ou CORE, muito importante nos tratamentos não cirúrgicos do quadril.


Estes músculos possuem fortes tendões. Pequenas bolsas (ou bursas – do latim) interpostas entre eles possibilitam um melhor deslizamento entre as estruturas vizinhas.


Inflamações destes tendões e bursas causam as tendinites e as bursites – respectivamente.





anatomia muscular





Além dos ossos, cartilagens, ligamentos, labrum, músculos, tendões e bursas ainda estão presentes as artérias e veias, responsáveis pela circulação sangüínea e os nervos, responsáveis pelo estímulo motor e pela sensibilidade.





anatomia vascular



O quadril possui basicamente três planos de movimento: lado-a-lado, para frente e para trás e rotações para dentro e para fora.


Chamamos estes movimentos respectivamente de: abdução-adução, flexão-extensão e rotação interna-externa.


O quadril proporciona movimento e estabilidade ao corpo, atuando de forma sincronizada durante a marcha com toda a musculatura dos membros inferiores, coluna e pelve.



 


Devido ao formato do quadril ser angulado e também lateralizado em relação ao eixo do peso do corpo, este suporta grandes pressões durante a marcha.


Na caminhada normal esta pressão é de três vezes o peso do corpo. Na corrida pode superar oito vezes o peso corpóreo!  


A principal região de carga no quadril (o teto) mede cerca de 04cmapenas. Imagine uma pessoa de 80kg correndo. A cada passada, 4cmde cartilagem sofrem uma pressão que pode superar 640Kg!


Por este motivo, no tratamento de algumas patologias do quadril, recomendamos que o paciente abstenha-se de atividades de impacto. Para poupar sua cartilagem. Lembre-se de que a cartilagem é um tecido nobre e não regenera-se. Leia mais sobre isso nos links sobre Cirurgia Preservadora do Quadril e Outros Procedimentos.


A maior parte dos problemas que afetam o quadril se devem a alterações funcionais ou morfológicas de uma ou mais das estruturas acima descritas e serão explicados nos links adiante.


Abaixo está representada uma radiografia morfologicamente normal de uma pelve feminina. Observe as relações ósseas e o formato harmônico das articulações. 
Radiografia normal de pelve feminina





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